Tem sobressaído a ideia de rigidez a propósito da prática das planificações, o que coloca os assuntos relativos à didáctica diante de fogo e condiciona a acção do professor. Das duas uma: ou se considera a variabilidade do contexto, comum na vida profissional de muitos professores que andam com a casa às costas, para criar planificações de raiz ou se valoriza o currículo e a sua aplicação universal e generalizada, correndo o risco de a planificação ser uma cópia reproduzida a cada ano lectivo que passa.
Tomando em conta estas hipoteses, podemos discorrer sobre o currículo, espaço de decisão articulado em várias dimensões: a postura do professor
e os objectivos da escola. Assim, planificar significa converter uma ideia num
curso de acção ou seja, entender como
se processa a construção de uma ideia e se transforma em prática. Ou seja,
temos conhecimentos que devem ser articulados visando um propósito, prevendo
estratégias, procedimentos de administração e de avaliação.
A planificação depende do
modelo pedagógico e do modelo curricular, diz
No entanto, Zabalza defende que a planificação deve dar margem à criatividade e espontaneidade, conjugando-a com o movimento particular de cada aula. Como tal, poderá ser o sumário a planificação mínima?
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